quinta-feira, 5 de abril de 2012

Fael, vencedor do BBB 12:
 "Me falaram que sou médium"
Em entrevista a QUEM, ele conta que pretende fazer uma visita 
"sem compromisso" a Noemí e afirma que já foi rebelde

Por Laís Rissato 
Vencedor do "Big Brother Brasil 12", o veterinário Rafael Cordeiro, 25 anos, o Fael, é a capa da revista QUEM desta semana, que chega às bancas nesta quarta-feira (4). 
Ele levou o prêmio de 1,5 milhão de reais, com 92% dos votos do público. O jeito caipira e respeitador, como ele gosta de dizer, foram o segredo da vitória. “Fui muito verdadeiro durante o jogo”, afirma.
Sul-mato-grossense da cidade de Aral Moreira, ele jura que não vai perder a humildade. A timidez, garante, continuará. 
Na casa, entretanto, deixou a vergonha de lado ao se envolver com a visitante espanhola Noemí Merino, que, vinda do programa Gran Hermano 12 + 1, da Espanha, passou uma semana no reality brasileiro.
“Pretendo visitá-la, mas sem compromisso”, brinca o solteiro Fael, que diz só ter tido uma namorada séria até hoje.
Filho da vereadora Silvana Cordeiro e do comerciante Odilon Cordeiro, Fael levou uma vida simples ao lado dos irmãos, Ronald, 30, e Rodrigo, 21. Aos 12 anos, caiu de um muro e quase morreu. Sofreu tanto que prefere não tocar no assunto. “
Ele cortou a perna numa lata de lixo. Uma veia se rompeu e a recuperação foi muito complicada, foram várias infecções. 
Precisou de transfusão de sangue. Foi um ano de muito sofrimento”, diz Silvana, sua mãe, emocionada. 
Na mesma idade, Fael revela ter percebido ser uma pessoa sensitiva: “Me falaram que sou médium. Existem algumas coisas que consigo sentir”.
 Como vai gastar o prêmio?
Agora não vou mexer nele, quero deixá-lo na poupança para render por um tempo. Depois, vou investir no ramo agropecuário, quero comprar cabeças de gado. Meu sonho é comprar uma propriedade para mim e minha família, mas com esse dinheiro não dá e vou tentar aumentá-lo. Também tenho vontade de ir para o Texas e para a Europa.

Por que acha que venceu o programa?
Procurei sempre respeitar as pessoas, nunca agredi ninguém verbalmente. Fui muito verdadeiro durante o jogo. Não foi uma estratégia, foi algo que aprendi com a vida, levando pauladas na cabeça.
Antigamente eu era rebelde. Quando cheguei na faculdade, era deslumbrado com festas e não estudava. De repente, me enrolei e perdi um semestre, foi um baque, minha família ficou muito decepcionada. Eu gastava dinheiro à toa, às vezes, comprava um cavalo e não tinha como pagar. E meu dinheiro sempre foi muito contado.

Você disse que gosta de ler. O que lê?
Leio livros sobre animais, revistas ligadas ao campo. E também livros espíritas e sobre a cabala. Sou católico, mas acredito no espiritismo. Acho que sou um pouco sensitivo, consigo sentir umas coisas.

 Que coisas?
 Me falaram que sou médium. Às vezes, sinto uma energia pesada, sabe quando você perde as forças? É como se uma coisa ruim entrasse no corpo da gente. Paro e começo a pensar só em coisas boas. Percebi isso na adolescência, por volta de 12, 13 anos, mas nunca vi nada, só senti. Uma pessoa me disse que tenho uma grande energia e o dom da mediunidade.

 Não pensa em desenvolver isso?
 Nunca quis me aprofundar muito. Tenho receio, não quero ficar achando que tudo o que acontece na minha vida ou o que sinto tem a ver com esse dom.

Sentiu que ganharia o programa?
 Não, mas dentro da casa, principalmente quando estava todo mundo junto, sentia uma energia pesada, muita ambição. Sentia muita paz perto do Jonas e do João Maurício.

FONTE\QUEM

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