Marcelo de Carvalho sobre riscos de processo contra a edição brasileira de Saturday Night Live:
‘’Rafinha é pinto perto do Pânico’’
Vice-presidente da Rede TV! disse à Veja SP que humor do novo programa é bacana
‘’Rafinha é pinto perto do Pânico’’, afirma Marcelo Carvalho sobre riscos de processo contra a edição brasileira de Saturday Night Live
A estreia neste domingo (27) da versão brasileira do Saturday Night Live (SNL), comandada pelo ex-CQC Rafinha Bastos, serviu de munição para mais um capítulo da guerra travada entre a Rede TV! e os humoristas do Pânico, que trocaram a emissora pela concorrente Band.
Em entrevista publicada na coluna Terraço Paulistano, de Veja SP, o vice-presidente da Rede TV!, Marcelo de Carvalho, disse que ter Rafinha Bastos na programação oferece menos riscos de processo do que o grupo liderado por Emílio Surita oferecia.
“Rafinha é pinto perto do Pânico”, disparou o empresário.
Carvalho aposta que Rafinha tem menos processos do que seus antecessores na emissora. “Tínhamos um advogado só para cuidar deles.
Toda Segunda chegava um caso novo”, revelou à revista o executivo da Rede TV!. O apresentador do Saturday Night Live, por sua vez, se envolveu no ano passado em uma polêmica com a cantora Wanessa que lhe rendeu além da saída do CQC, programa que o projetou nacionalmente, um rumoroso processo judicial.
O vice-presidente da Rede TV contou ainda que os patrocinadores não queriam mais anunciar no Pânico “por causa da baixaria”, disse. Segundo ele o humor do Saturday Night Live é bacana. “Rafinha tem seis patrocinadores. O Pânico tinha dois”, informou.
Ainda na entrevista à Veja SP, Carvalho acusou Tutinha, diretor da Rádio Jovem Pan FM, e Emílio Surita, líder do humorístico da Band, de ganharem muito dinheiro na Rede TV: “Os dois sempre quiseram que o elenco ganhasse menos do que podíamos pagar para ficar com o dinheiro só para eles.
Cuspiram no prato que comeram”, afirmou. Sobre o fato de ter tirado do filho de Emílio, Dudu Surita, do comando de um programa que ele tinha na emissora para a banda Restart, o vice-presidente da Rede TV respondeu pragmaticamente: “Foi uma decisão mercadológica. O Restart atrai mais anunciantes e público”, afirmou.
FONTE\CONTIGO




















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