Gilliard completa 30 anos de carreira
com novo CD e um documentário:
'Desisti do comércio e voltei
a fazer aquilo que gosto'
Gilliard hoje, aos 53 anos
Sucesso dos anos 80, quando arrancava suspiros e gritinhos da mulherada com suas baladas românticas no “Cassino do Chacrinha” (de volta no canal Viva), Gilliard completa 30 anos de carreira com dois presentes para os fãs:
“Estou lançando um CD com clássicos da MPB (O 23º disco), e finalizando um documentário sobre minha vida”, conta o cantor e compositor, fazendo questão de frisar que nunca abandonou a carreira artística.
Mas se deixou de aparecer na TV e lançar novos discos, por onde andou todos esses anos?
“De três em três meses, viajo para a África e Europa, onde faço shows e sou bastante conhecido”, responde.
O contato com o mundo exterior iniciou em 1996, quando conheceu e se tornou amigo do então presidente da Angola, José Eduardo dos Santos.
Por aqui, ele realiza algumas apresentações esporádicos, e prepara um grande show com todos os seus sucessos (incluindo os hits “Aquela Nuvem” e “Festa dos insetos”).
A dedicação exclusiva à carreira só foi possível depois que ele abriu mão do comércio que tinha em São Paulo, onde mora atualmente.
“Abri três farmácias e uma loja de celulares, mas isso me consumia muito. Chega um momento da vida que percebi que precisava viver.
Desisti do comércio e voltei para aquilo que eu gosto. Hoje tenho apenas uma produtora de música (a Potengi som)”, explica.
Sem os cachinhos que o tornou famoso e com 53 anos de vida, Giliardi conta que continua arrancando suspiros por onde passa:
“Antes me incomodava, hoje acho tudo muito engraçado”, diz ele, casado há 31 anos com Sylvia Marinho, e pai da médica Bruna e do seu assessor de imprensa Sylvio Marinho.
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